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Esforço de ajuda liderado pelos EUA põe à prova a estratégia pós-Maduro de Washington na Venezuela

O Estados Unidos está a montar uma operação humanitária em grande escala em Venezuela depois de dois terramotos terem devastado o país sul-americano, pondo à prova o papel de Washington como o parceiro internacional mais influente na transição pós-Maduro do país.
Secretário de Estado dos EUA Marco Rubio disse que Washington estava mobilizando equipes de busca e resgate, logística militar e ajuda humanitária após os terremotos de magnitude 7,2 e 7,5 de quarta-feira, que mataram pelo menos 164 pessoas e feriram quase 1.000.
Desde um Operação dos EUA tirou Nicolás Maduro do poder no início deste ano e o trouxeram aos Estados Unidos para ser julgado, altos funcionários civis e militares americanos fizeram repetidas visitas a Caracas, trabalhando em estreita colaboração com o presidente interino Delcy Rodriguez sobre a cooperação em segurança, a recuperação económica e o regresso das empresas petrolíferas dos EUA.

O devastador terramoto proporciona agora o primeiro grande teste ao desempenho dessa parceria sob a pressão de uma emergência nacional.

“Esse terremoto é o primeiro teste real para saber se a relação pós-janeiro tem profundidade institucional para além do petróleo”, disse Orlando J. Perez, cientista político da Universidade do Norte do Texas, em Dallas.

Fortes terremotos consecutivos abalam a Venezuela

O Departamento de Estado dos EUA já mobilizou uma equipa de ajuda humanitária e um grupo de trabalho interagências para coordenar a resposta dos EUA, de acordo com o alto funcionário Jeremy Lewin, subsecretário do departamento para assuntos humanitários.

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