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A guerra no Irã ameaça a próxima colheita, diz funcionário da ONU. Quais países estão em maior risco?

O Estreito de Ormuz, um importante ponto de estrangulamento global para fertilizantes e outros factores de produção agrícolas, bem como para o petróleo, tem estado sob bloqueio desde o início dos ataques conjuntos EUA-Israel ao Irão, em Fevereiro.

Apesar das preocupações crescentes sobre o impacto do conflito na produção global de alimentos, a China – apoiada por um sistema avançado de previsão de colheitas – disse recentemente que o seu rendimento interno de cereais e sementes oleaginosas aumentaria este ano.

Viorel Gutu, diretor-geral adjunto da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e representante regional para a Europa e Ásia Central, disse que muitos países já estavam a “experimentar o choque”, incluindo os elevados custos dos insumos e a baixa disponibilidade.

Como a estrutura energética da China amortece os golpes da crise global do petróleo

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“O Estreito de Ormuz é a principal rota global, responsável por 20 a 45 por cento do tráfego global de insumos agrícolas essenciais”, disse Gutu numa entrevista ao South China Morning Post à margem da conferência. Cimeira Ecológica Regional no Cazaquistão no mês passado.

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