A linha de pobreza é um marcador limitado, diz o ministro de Hong Kong, à medida que o foco da ajuda se expande para os cuidadores

O ministro do bem-estar de Hong Kong defendeu a decisão anterior do governo de reduzir o limiar da pobreza como um indicador para a atribuição de assistência, dizendo que se tratava de um “conceito estatístico” limitado que não conseguia identificar grupos necessitados para além daqueles com baixos rendimentos, como os prestadores de cuidados.
“As necessidades dos prestadores de cuidados são variadas e enfrentam muitas dificuldades. Analisaremos a questão depois de criarmos uma nova comissão sobre o alívio específico da pobreza”, disse ele.
Isto veio somar-se aos três grupos existentes – famílias que vivem em apartamentos subdivididos, famílias monoparentais e agregados familiares constituídos exclusivamente por idosos – identificados pela Comissão sobre a Pobreza no seu relatório sobre o impacto da estratégia governamental de redução da pobreza, divulgado na quinta-feira.
“A maior desvantagem é que não pode dizer quem é pobre, do que necessitam ou como devemos ajudá-los. Não pode dizer de todo”, explicou Sun, explicando por que razão o limiar da pobreza não foi utilizado no novo relatório.
Ele chamou a linha de pobreza de um “conceito muito estatístico que se baseia puramente no rendimento e não leva em conta outras coisas”.



