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Caso de cota Hajj, a equipe do PBNU não cumpriu a convocação do KPK

Harianjogja.com, JACARTA — A Comissão de Erradicação da Corrupção (KPK) continua a desenvolver investigações sobre casos de alegada corrupção na gestão da quota de Hajj da Indonésia. Mais recentemente, a agência anticorrupção convocou um funcionário do Conselho Executivo de Nahdlatul Ulama (PBNU) com as iniciais SB como testemunha.

O porta-voz do KPK, Budi Prasetyo, explicou que o exame estava programado para acontecer no Edifício Vermelho e Branco do KPK, em Jacarta. Porém, até a tarde desta terça-feira (21/4/2026), a testemunha em questão ainda não havia comparecido para cumprir a convocação do investigado.

Esta convocação faz parte dos esforços da Comissão de Erradicação da Corrupção para investigar mais aprofundadamente o fluxo e o mecanismo das alegadas irregularidades na gestão da quota do Hajj, especialmente no período 2023-2024. O caso em si passou para a fase de investigação desde agosto de 2025.

No seu desenvolvimento, a Comissão de Erradicação da Corrupção (KPK) nomeou várias partes como suspeitas. Um deles é o ex-Ministro da Religião, Yaqut Cholil Qoumas, juntamente com Ishfah Abidal Aziz, também conhecido como Gus Alex. Esta determinação é um ponto importante na divulgação deste caso que tem chamado a atenção do público.

Além disso, a Comissão de Erradicação da Corrupção também nomeou dois outros suspeitos do sector privado, nomeadamente o Director Operacional da agência de viagens Hajj e o chefe da associação nacional de viagens Hajj e Umrah. Esta etapa mostra que a investigação não visa apenas o governo, mas também empresários suspeitos de estarem envolvidos.

Em termos de perdas estatais, os resultados da auditoria da Agência Suprema de Auditoria (BPK) revelaram um valor bastante significativo, atingindo cerca de 622 mil milhões de IDR. Este valor reflecte o grande potencial de irregularidades na governação da quota do Hajj que deveria ser destinada à comunidade.

O KPK também deteve vários suspeitos. Yaqut foi detido no centro de detenção KPK antes de o seu estatuto ser transferido para prisão domiciliária, sendo depois detido novamente nas instalações do KPK. Entretanto, Ishfah foi detido vários dias depois de ter sido declarado suspeito.

Este caso ainda está em curso com o interrogatório de testemunhas adicionais, inclusive de várias instituições e organizações relacionadas. O Comité de Erradicação da Corrupção (KPK) enfatizou que continuará a investigar este caso exaustivamente para revelar todos os responsáveis.

A convocação do pessoal da PBNU é um sinal de que a investigação está agora a começar a espalhar-se por várias partes suspeitas de terem uma ligação, directa ou indirectamente, no processo de distribuição da quota do Hajj.

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Fonte: Entre

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