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China e EUA na corrida pela revolução da IA enquanto rivais tecnológicos lutam pela supremacia global

Num salão de baile em Nova Iorque, no final do mês passado, uma multidão de personalidades da alta tecnologia reuniu-se numa cerimónia de honra. A maior atração para os gênios da tecnologia reunidos foi Nvidia fundador Jensen Huango superstar chefe de uma das empresas mais valiosas do mundo, prestes a receber o prêmio principal da noite.
De certa forma, os engenheiros têm estado no centro de todas as revoluções industriais, disse Huang à multidão, desde o vapor à electricidade e à tecnologia da informação.
Mas este, inteligência artificial (IA)será diferente, pronunciou ele com talento evangélico e uma advertência velada. “Esta revolução será profundamente profunda e temos de enfrentá-la com entusiasmo e otimismo, por um lado, mas certamente com a responsabilidade no seu cerne.”
O que em grande parte não foi dito na cerimónia do Instituto de Engenheiros Eléctricos e Electrónicos naquela noite foi a certeza de que esta revolução se desenrolará como uma corrida de alto risco entre os Estados Unidos e Chinacom aqueles na sala potencialmente do lado perdedor.
“A China vai vencer a corrida da IA”, disse Huang ao Financial Times, à margem da cimeira do Futuro da IA, em Londres, no ano passado.
Contudo, nem todos concordam, estando outros convencidos de que a China permanecerá logo atrás dos EUA, mas não a ultrapassará tão cedo.




