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China é instada a forjar ‘lança’ para guerra cognitiva em meio à rivalidade entre grandes potências

Pequim deveria adoptar uma abordagem mais assertiva em relação às questões globais. guerra cognitivadisseram estudiosos chineses, pedindo mais ação em meio a uma rivalidade entre grandes potências.

O apelo foi feito por Wang Wen, reitor do Instituto Chongyang de Estudos Financeiros da Universidade Renmin, e Ding Zhuang, investigador associado do instituto, que afirmaram num artigo da semana passada que a China deveria melhorar o seu sistema de guerra cognitiva com uma “soberania cognitiva” reforçada.

“É necessário ir além da mentalidade tradicional e passiva da ‘defesa cognitiva’ e, em vez disso, adoptar o conceito estratégico de ‘soberania cognitiva’”, escreveram, observando que esta ideia era essencial para obter vantagem na competição.

“Não devemos apenas construir um ‘firewall’ para resistir a ataques cognitivos externos infiltraçãomas também forjar uma ‘lança’ capaz de tomar a iniciativa e moldar um opinião pública ambiente favorável aos nossos próprios interesses”, argumentaram na edição da semana passada do Think Tank: Theory and Practice, um jornal bimestral publicado pela Academia Chinesa de Ciências e pela Universidade de Nanjing.

Eles disseram que os métodos devem incluir a definição proativa de agendas, a introdução de conceitos originais e a criação de narrativas chinesas.

“Devemos competir ativamente pelo poder discursivo internacional, direcionando o foco da competição para a oposição ao domínio discursivo e à manipulação cognitiva”, afirmaram.

Influência sobre opinião pública tornou-se uma arena crucial da concorrência internacional, à medida que as economias emergentes procuram um papel mais activo na governação global.

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