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Governo da cidade de Jogja prepara 17 creches substitutas para 103 crianças afetadas

Harianjogja.com, JOGJA — O prefeito de Jogja, Hasto Wardoyo, garante que o atendimento às crianças vítimas de casos de creche seja realizado de forma abrangente, desde a realocação de creches até a assistência psicológica e médica.

A prefeitura de Jogja preparou creches substitutas que são consideradas seguras e atendem aos padrões, uma das quais é a TPA/KB/TK/Inclusão Pelangi Anak Negeri Yogyakarta. Esse local foi escolhido após verificação das instalações, incluindo condições dos quartos, disponibilidade de ar condicionado e adequação de cuidadores e educadores.

“Vimos em primeira mão o estado da creche, desde as instalações até aos cuidadores. Transferimos sete crianças da creche Little Aresh para cá”, disse Hasto ao inspecionar o local em Sorosutan, Umbulharjo.

Explicou que as crianças transferidas apresentavam diversas condições, desde bebés até aos dois anos de idade. Algumas crianças estão em condições normais e capazes de se comunicar, enquanto outras estão incluídas na categoria de inclusão, como distúrbios de fala e crianças com síndrome de Down.

O governo da cidade de Jogja também ofereceu creches alternativas a todos os pais afetados. Do total de 103 crianças, todas receberam ofertas de cuidados alternativos, embora nem todos os pais tenham feito uma escolha imediata.

“Preparámos cerca de 17 creches alternativas e isso foi considerado suficiente”, disse.

Além da realocação, a Prefeitura também oferece assistência intensiva durante os próximos três meses, especialmente para crianças e pais que sofrem pressão psicológica. O esquema é que cada quatro a cinco crianças sejam acompanhadas por um psicólogo, e reforçadas com o envolvimento de um pediatra.

Anteriormente, o governo da cidade de Jogja também abriu um serviço de atendimento a reclamações. Deste serviço foram recebidas 104 denúncias, tendo sido tratadas numa fase inicial 53 denúncias.

Durante o processo de exame, Hasto admitiu que houve uma série de obstáculos, um dos quais relacionado com o uso de medicamentos de curta duração, como o CTM, cujos efeitos duram apenas cerca de oito horas.

Isso dificulta o processo de identificação se o exame for realizado após o efeito do medicamento ter passado. Portanto, uma abordagem psicológica também é utilizada para obter informações das crianças por meio de assistência especializada.

Porém, esse processo não é fácil, principalmente para crianças incluídas que apresentam limitações de comunicação.

“Há cinco crianças incluídas aqui, algumas até têm quatro anos, mas ainda não conseguem comunicar com elas. Isto precisa de ser investigado mais profundamente”, explicou.

Relativamente às licenças, a Câmara Municipal de Jogja referiu que ainda existem 33 creches que não receberam licenças oficiais, incluindo as que estão integradas no jardim de infância e nos serviços do PAUD. De acordo com a orientação do governo provincial, todas as creches foram solicitadas a interromper temporariamente as operações até que as licenças fossem cumpridas.

Para reforçar a supervisão, oficiais como Babinsa e Satpol PP também estão envolvidos na monitorização no terreno. Enquanto isso, a investigação deste caso da creche ainda está em andamento.

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