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Juiz dos EUA repreendido por fazer sexo em câmara pede desculpas: ‘Não tenho desculpa’

UM NÓS uma juíza federal que foi disciplinada depois que uma investigação descobriu que ela fez sexo com um policial em seu gabinete e depois mentiu sobre isso, escreveu uma carta a um ex-funcionário da lei pedindo desculpas por seu “comportamento prejudicial, ofensivo e pouco profissional”.

Uma investigação iniciada no ano passado pelo juiz-chefe do 11º Circuito Judicial descobriu que a juíza distrital dos EUA, Eleanor Ross, fez sexo no tribunal com um policial uniformizado de alto escalão ao alcance da voz dos funcionários, participou de um evento partidário e inicialmente mentiu quando confrontada com as acusações.

Ross escreveu na carta datada de quinta-feira que suas “ações foram manifestamente erradas e não há desculpa”.

“Você merecia coisa melhor do que ter sua experiência prejudicada por meu próprio conflito ofensivo”, diz a carta, que foi relatada pela primeira vez pelo The New York Times.

Ross foi nomeado para a magistratura do Distrito Norte da Geórgia em 2014 pelo então presidente Barack Obama, um democrata.

Eleanor Ross comparece perante o Comitê Judiciário do Senado dos EUA em Washington para uma audiência sobre sua nomeação judicial em 13 de maio de 2014, nesta captura de tela obtida na sexta-feira. Foto: Senado dos EUA/Reuters

A investigação de Ross começou depois que um de seus assistentes jurídicos relatou que em várias ocasiões a juíza havia se envolvido em atividades sexuais com um policial uniformizado de alto escalão em seu escritório durante o horário de trabalho. Também foi alegado que o juiz não supervisionou adequadamente os funcionários e, numa ocasião, gritou e xingou os funcionários.

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