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Ke Tao, especialista em sensoriamento remoto da China que era “dedicado” à defesa nacional, morre aos 48 anos

O principal especialista em sensoriamento remoto da China, Ke Tao, morreu de uma doença na quarta-feira aos 48 anos, de acordo com um obituário de Universidade de Wuhan.

“O camarada Ke Tao obteve conquistas notáveis ​​na ciência e tecnologia da defesa nacional e no mapeamento de sensoriamento remoto”, disse o obituário divulgado na quinta-feira pela Escola de Sensoriamento Remoto e Engenharia de Informação da universidade.

Ke, professor da escola, concluiu sua graduação e doutorado lá antes de ingressar no corpo docente em 2008.

Em 2015, como professor associado, recebeu o principal prêmio de avanço científico militar por sua pesquisa sobre uma tecnologia-chave sem nome, de acordo com seu perfil universitário.

Em vez de depender do contato físico direto, o sensoriamento remoto utiliza tecnologia para observar e analisar fenômenos à distância.

A experiência específica de Ke era a fotogrametria e sua aplicação na indústria aeroespacial, na aviação e em ambientes de baixa altitude e curto alcance.

A fotogrametria é essencialmente a arte de fazer medições a partir de imagens. Ao observar como a luz e os padrões aparecem em uma foto, os cientistas podem descobrir o tamanho, a forma e a localização das coisas no mundo real.

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