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Malásia e Asean recorrem à Rússia para segurança energética, desafiando os “preconceitos” ocidentais

Primeiro Ministro da Malásia Anwar Ibrahim visitado RússiaKazan com uma mensagem sobre a centralidade da Asean e um problema nacional mais urgente por trás dela: manter o abastecimento de combustível seguro como global energia as incertezas permanecem.
A Cimeira Comemorativa Asean-Rússia, de dois dias, transformou-se num pequeno mas revelador teste à influência de Washington no Sudeste Asiático, segundo analistas, com Anwar e outros líderes regionais a reunirem-se com o Presidente Russo. Vladímir Putin mesmo quando os governos ocidentais procuram aumentar a pressão sobre Moscovo sobre a sua invasão da Ucrânia.

A reunião em Kazan, capital da república russa do Tartaristão, de quarta a quinta-feira, marcou 35 anos de laços entre a Associação das Nações do Sudeste Asiático e a Rússia. Mostrou também que a Rússia ainda tem alcance diplomático para além da China, da Índia e dos habituais fóruns antiocidentais.

Para os líderes do Sudeste Asiático, a atração foi mais imediata: energia, fertilizantes, tecnologia e espaço de manobra, no meio de dúvidas sobre o compromisso de Washington com a Asean.

Falando no Fórum Empresarial Rússia-Asean, Anwar disse que a presença dos líderes da Asean em Kazan provou a vontade do bloco de envolver a Rússia, apesar da pressão geopolítica.

“Também nos reunimos hoje numa situação assolada por tensões geopolíticas”, disse Anwar à audiência na quarta-feira. “O facto de os meus colegas, os líderes da Asean aqui, [are] A vontade de conhecer e envolver Vladimir Putin é um bom sinal da nossa centralidade e da nossa preparação para superar estes preconceitos inerentes e concentrar-nos no desenvolvimento da nossa região e da comunidade internacional.”

Embora Anwar não tenha mencionado o nome de Washington ou da Europa, os analistas disseram que as suas observações apontaram para o fosso cada vez maior entre os esforços ocidentais para manter a Rússia diplomaticamente isolada e a preferência da Asean em manter as portas abertas a Moscovo, especialmente onde a segurança energética estava em jogo.

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