Local

Ministro da Justiça entrega o caso do Provedor-Chefe às autoridades policiais

Harianjogja.com, JACARTA—O Ministro do Direito, Supratman Andi Agtas, enfatizou que o governo não interferirá no processo legal que atualmente envolve o Presidente do Provedor de Justiça da Indonésia, Hery Susanto. Todo o tratamento dos casos é entregue inteiramente aos agentes da lei.

Supratman fez esta declaração em resposta à nomeação de Hery como suspeito num caso de suposta corrupção no setor de mineração de níquel. Enfatizou que o princípio da independência da aplicação da lei deve ser mantido sem intervenção de qualquer parte, incluindo o governo.

“O processo judicial já está em andamento com os encarregados da aplicação da lei, por isso o submetemos na íntegra”, disse ele, sexta-feira (17/4/2026).

Governo mantém independência legal

Supratman admitiu não ter recebido informações detalhadas sobre o caso envolvendo o chefe desta instituição estatal. No entanto, ele espera que o processo legal seja transparente e cumpra os regulamentos aplicáveis.

Segundo ele, toda instituição estatal deve respeitar os mecanismos legais em vigor. Isto é importante para manter a confiança do público no sistema de justiça.

“É melhor perguntar diretamente ao investigador porque ainda não conheço os detalhes do caso”, disse ele.

Procurador-geral nomeia suspeito

Anteriormente, a Procuradoria-Geral da República, através da Direcção de Investigação de Crimes Especiais da Procuradoria-Geral Adjunta, nomeou Hery Susanto como suspeito. Esta determinação foi feita depois que os investigadores obtiveram evidências suficientes de uma série de investigações.

O Diretor de Investigação do Jampidsus, Syarief Sulaeman Nahdi, disse que o suposto ato criminoso ocorreu quando Hery ainda servia como Comissário do Provedor de Justiça da Indonésia para o período 2021-2026.

Suposto suborno relacionado à mina de níquel

Neste caso, Hery é suspeito de receber subornos no valor de IDR 1,5 bilhão de uma mineradora, a PT TSHI. O alegado suborno está relacionado com a questão do cálculo da receita não fiscal do Estado (PNBP) no sector florestal que envolve o Ministério das Florestas.

Os investigadores suspeitam que a empresa buscava uma solução para os problemas que enfrentava ao envolver Hery como funcionário da Ouvidoria na época. Diz-se que o dinheiro é dado através de intermediários que são funcionários da empresa.

O processo legal continua

A Procuradoria-Geral da República garante que o processo de investigação continuará a ser desenvolvido para revelar todas as partes envolvidas neste caso. Além disso, os investigadores também investigam o fluxo de fundos e possíveis ligações com outras partes.

Este caso está sob os holofotes do público, tendo em conta a posição do Provedor de Justiça enquanto instituição de supervisão do serviço público que supostamente deve defender a integridade.

O governo também espera que o tratamento deste caso possa ser objectivo e profissional, além de constituir um impulso para fortalecer uma governação limpa e livre de práticas corruptas.

Confira outras notícias e artigos em Jogja diárioe nossa versão eletrônica da edição impressa está disponível em Jogja Daily Epaper.

Fonte: Entre

Source

Artigos Relacionados

Botão Voltar ao Topo