Por que a Indonésia não pode se dar ao luxo de abandonar o programa de refeições gratuitas de Prabowo

A iniciativa de 15 mil milhões de dólares visa chegar a 83 milhões de crianças em idade escolar, mulheres grávidas, mães que amamentam e crianças pequenas, para prevenir a subnutrição e o atraso no crescimento. No entanto, tem sido alvo de controvérsia desde o seu lançamento em Janeiro do ano passado, com os críticos apontando para uma supervisão fraca, transparência orçamental limitada e orientações insuficientes sobre segurança alimentar.
No início deste mês, três ex-dirigentes da Agência Nacional de Nutrição (BGN), que supervisiona a iniciativa, foram detidos pela Procuradoria-Geral da República por alegados aumentos e corrupção relacionados com o desenvolvimento de cozinhas operacionais.
Na semana passada, o Ministro Coordenador dos Assuntos Alimentares, Zulkifli Hasan, revelou que o número de cozinhas aumentou para 27.877 – mais do que as 21.000 planeadas inicialmente.
“Nosso foco principal está nas regiões subdesenvolvidas, fronteiriças e ultraperiféricas. De acordo com os dados, deveria haver 2.000 pontos de atendimento nessas regiões, mas esse número aumentou para 8.617”, disse Zulkifli aos repórteres em 11 de junho.



