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Trump pediu para levantar casos de americanos detidos quando se encontrar com Xi em Pequim

Uma comissão do Congresso dos EUA está pressionando o presidente Donald Trump a confrontar o seu homólogo chinês, Xi Jinping, sobre os americanos detidos quando os líderes encontro esta semanaalertando que o silêncio deixaria Pequim livre para “usar seres humanos como moeda de troca”.
A Comissão Executiva do Congresso sobre a China (CECC), numa carta a Trump datada de 7 de Maio, manifestou preocupações sobre a crescente ameaça decorrente da Partido Comunistao uso de “diplomacia de reféns, proibições coercivas de saída e repressão transnacional” contra cidadãos, residentes e suas famílias dos EUA.

“A repressão do PCC não pára nas fronteiras da China. Foi concebida para pressionar as pessoas nos Estados Unidos, esfriar o discurso e a defesa em solo americano e demonstrar que o partido pode impor custos aos americanos e aos seus entes queridos com impunidade”, afirmou, referindo-se ao Partido Comunista Chinês.

A carta reconhece a disposição de Trump de levantar diretamente casos pendentes, como os de Jimmy Lai Chee-yingNelson Wells Jr. e Dawn Michelle Hunt.

Também o insta a levantar os casos de Ezra Jin Mingri, um pastor da Igreja de Sião não registada, de Gulshan Abbas, um médico uigur reformado, e de Ekpar Asat, fundador de um website em língua uigur.

“Em cada um destes casos, o PCC não está apenas a punir um indivíduo. Está a enviar uma mensagem, tanto a nível nacional como no estrangeiro, de que pode controlar a vida das pessoas na China e chegar às famílias americanas e influenciar a conduta nos Estados Unidos”, afirmou a comissão.

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