National Sharia Bank no caminho certo para atingir 20% de participação de mercado

SLEMAN—A indústria bancária nacional da sharia mostra uma direção de expansão cada vez mais sólida e é considerada no caminho certo de crescimento. Depois de ter ficado estagnada em torno dos 5% durante muito tempo, a quota de mercado do banco sharia saltou para 9% desde 2022 e é uma base importante para a meta ideal de 20%.
Até agora, existem dois bancos que funcionam como a principal locomotiva do crescimento, nomeadamente o Bank Syariah Indonesia (BSI) e o Bank Syariah Nasional (BSN). A presença de ambos é considerada um sucesso no fortalecimento da estrutura da indústria nacional da sharia.
O BSI foi formado através da fusão de vários bancos estatais sharia, enquanto o BSN é uma nova entidade resultante da cisão da unidade de negócios BTN Sharia que foi fundida com o Bank Victoria Syariah. Esta estratégia de consolidação é considerada eficaz na superação do problema clássico do sistema bancário sharia, nomeadamente capital limitado para servir necessidades de financiamento em grande escala.
Ao reforçar este capital, considera-se que as pessoas já não precisam de hesitar em utilizar os serviços bancários da sharia porque a sua capacidade e competitividade estão a aumentar.
Potencial e desafios do mercado
O Presidente do Conselho de Comissários da Corporação de Seguro de Depósitos (LPS), Anggito Abimanyu, avaliou que o crescimento do sistema bancário sharia não pode depender apenas de mecanismos naturais de mercado que tendem a ser lentos. Segundo ele, são necessárias medidas inorgânicas para acelerar o aumento da oferta de serviços.
“Se for entregue ao mercado, o progresso não será rápido. O principal obstáculo é a oferta. Quando o capital do banco sharia é pequeno, os serviços à comunidade também são limitados. Ações corporativas como a fusão do BSI e a formação do BSN são soluções importantes”, disse Anggito.
A afirmação foi feita por Anggito no evento Sharia Economic Navigation Jagongan realizado pela DIY Association of Indonesian Economic Scholars (ISEI) no Centro de Inovação e Criatividade da Universidade Gadjah Mada (GIK), sábado (28/2/2026).
Para além do fortalecimento do capital, considera-se que o desenvolvimento do negócio bancário sharia precisa de ser direcionado para acelerar a transformação digital. A limitada rede de escritórios físicos em comparação com os bancos convencionais torna a digitalização a chave para expandir a gama de serviços e, ao mesmo tempo, reduzir os custos de financiamento que têm sido relativamente elevados.
Alfabetização Financeira e Inclusão
A digitalização também é considerada crucial para aumentar a inclusão. Atualmente, o nível de alfabetização do público em relação ao sistema bancário sharia atingiu cerca de 60%, mas o nível de inclusão é de apenas cerca de 40%. Esta condição é inversamente proporcional à operação bancária convencional.
Ao reforçar os serviços de base digital, espera-se que o banco sharia seja capaz de recuperar o atraso, expandir a sua base de clientes e aumentar a quota de mercado de forma sustentável nos próximos anos. (Publicidade)
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