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As prestações das cooperativas de aldeia passam a ser cobertas pelo Estado através de fundos regionais

Harianjogja.com, JACARTA—O esquema de financiamento da Cooperativa Red and White Village/Kelurahan mudou drasticamente depois que o governo assumiu o pagamento das parcelas do financiamento do projeto. Esta política está contida num novo regulamento que transfere o peso da dívida das cooperativas para o Estado através de transferências de fundos para as regiões.

O Ministro das Finanças, Purbaya Yudhi Sadewa, estipulou estas alterações através do PMK n.º 15/2026 que substitui o regulamento anterior. Este regulamento foi assinado em 16 de março de 2026 e entrou em vigor desde a sua promulgação em 1 de abril de 2026.

Pela nova regulamentação, as parcelas do principal e os juros dos financiamentos não serão mais pagos pelas cooperativas. O governo pagará esta obrigação todos os meses através de deduções do Fundo de Atribuição Geral (DAU) ou do Fundo de Participação nos Lucros (DBH) para cooperativas ao nível subdistrital, bem como através de fundos de aldeia para cooperativas a nível de aldeia.

Esta alteração também elimina o antigo esquema do PMK n.º 49/2025, que anteriormente colocava as cooperativas como o principal responsável pela dívida, enquanto os fundos de transferência regional funcionavam apenas como fundos de resgate.

Além disso, o mecanismo de distribuição do financiamento também foi alterado. Se anteriormente os bancos canalizavam o crédito directamente para as cooperativas, agora os fundos são canalizados através da PT Agrinas Pangan Nusantara como implementadora de projectos de desenvolvimento.

O foco da aplicação dos recursos está direcionado à aceleração da construção de pontos de venda, armazenamento, bem como de equipamentos operacionais completos para a Cooperativa Vila Vermelha e Branca/Subdistrito.

Embora o regime tenha mudado, o governo continua a manter os juros dos empréstimos ao nível de 6% ao ano, com um prazo de até 72 meses. No entanto, o período de carência para pagamentos foi alargado para um máximo de 12 meses, mais longo do que o regulamento anterior que era de apenas 8 meses.

Em termos de financiamento, o limite máximo de crédito continua a ser de 3 mil milhões de IDR, mas passa a ser calculado por unidade de estabelecimento cooperativo. Anteriormente, o limite aplicava-se a uma entidade cooperativa como um todo.

Outra mudança significativa pode ser observada na situação da propriedade de ativos. Se anteriormente os activos resultantes do financiamento pertenciam à cooperativa e eram utilizados como garantia, agora todos os pontos de venda, armazéns e instalações operacionais são designados como pertencentes ao governo regional ou ao governo da aldeia.

Espera-se que esta política acelere o desenvolvimento de infra-estruturas cooperativas nas regiões, mantendo ao mesmo tempo a continuidade do programa sem sobrecarregar as cooperativas com o risco de mau crédito.

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