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Governo Ford desiste de abolir curadores na reforma educacional

O Governo Ford está a recuar na sua ameaça de abolir os administradores dos conselhos escolares no Ontário e, em vez disso, irá adicionar limites às suas despesas, limitar os maiores conselhos a 12 membros e mudar a forma como a burocracia é gerida.

A Lei Colocando o Desempenho Estudantil em Primeiro Lugar, apresentada pelo Ministro da Educação, Paul Calandra, na segunda-feira, muda a forma como os conselhos escolares em Ontário são administrados – mas deixa curadores eleitos nos conselhos públicos, católicos e franceses.

“O sistema educacional de Ontário deve permanecer focado na sua responsabilidade principal: o sucesso dos alunos”, disse Calandra num comunicado. “Em alguns conselhos escolares, esse foco foi perdido e os estudantes estão pagando o preço.”

Sob o novo sistema, os administradores terão menos poder sobre as finanças dos conselhos escolares que dirigem.

O papel dos curadores eleitos tem sido um foco para o ministro desde que ele assumiu o controle da educação no ano passado, marginalizando-os em oito conselhos separados e refletindo sobre como poderia removê-los completamente.

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A certa altura, Calandra disse que poderia destituir todos os curadores do conselho público inglês de uma só vez, se quisesse.

As mudanças que o governo revelou na segunda-feira deixam o sistema existente relativamente intocado.

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Os curadores ainda serão eleitos, mas limitados a um máximo de 12 por conselho, sendo cinco o mínimo. A mudança, disse o governo, teria impacto apenas no Conselho Escolar do Distrito de Toronto, que atualmente tem 22 curadores eleitos.

Os honorários para curadores serão limitados a US$ 10.000, com um exame mais minucioso das despesas. Também proibiria os conselhos escolares de pagar certas taxas para os administradores pertencerem a certas organizações e para os custos de participação em conferências “não essenciais”, e limitaria as despesas discricionárias dos administradores.

As mudanças propostas deixam em grande parte o papel dos curadores nos conselhos de língua francesa.


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Novos CEOs obtêm grandes poderes

Dentro dos conselhos ingleses e católicos, o governo também está a mudar a forma como a burocracia funciona.

Se a legislação for aprovada, um novo diretor executivo seria responsável pelas decisões financeiras, enquanto o diretor de educação cuidaria das decisões escolares. O primeiro exigiria uma qualificação empresarial e o segundo teria algum tipo de formação docente.

Eles substituiriam o diretor de educação, que é o chefe da burocracia do conselho no sistema atual.

O novo CEO seria responsável pela elaboração e orientação do novo orçamento, embora os administradores eleitos ainda pudessem solicitar alterações. As autoridades indicaram, no entanto, que se os administradores fizessem alterações que o CEO não aprovasse, ele poderia recuar.

Se os administradores não conseguirem chegar a acordo sobre os orçamentos ao abrigo das alterações propostas, o ministro da educação poderá intervir para decidir.

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— com arquivos da The Canadian Press

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