Trump pediu para levantar casos de americanos detidos quando se encontrar com Xi em Pequim

“A repressão do PCC não pára nas fronteiras da China. Foi concebida para pressionar as pessoas nos Estados Unidos, esfriar o discurso e a defesa em solo americano e demonstrar que o partido pode impor custos aos americanos e aos seus entes queridos com impunidade”, afirmou, referindo-se ao Partido Comunista Chinês.
Também o insta a levantar os casos de Ezra Jin Mingri, um pastor da Igreja de Sião não registada, de Gulshan Abbas, um médico uigur reformado, e de Ekpar Asat, fundador de um website em língua uigur.
“Em cada um destes casos, o PCC não está apenas a punir um indivíduo. Está a enviar uma mensagem, tanto a nível nacional como no estrangeiro, de que pode controlar a vida das pessoas na China e chegar às famílias americanas e influenciar a conduta nos Estados Unidos”, afirmou a comissão.



