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O que a presença do chefe do Pentágono, Hegseth, na China diz sobre a agenda militar de Trump?

A rara presença do secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, na presidência Comitiva de Donald Trump em Pequim sinaliza uma disposição de ambos os lados para fortalecer as comunicações militares para desescalar e evitar crises, e sugere a venda de armas dos EUA para Taiwan participará das negociações, dizem os analistas.
Os especialistas chineses esperavam que Pequim incluísse o Ministro da Defesa Dong Jun nas conversações durante a cimeira, com uma fonte sugerindo que Dong e Hegseth também poderiam manter conversações separadas à margem da cimeira Xi-Trump.

A cimeira poderá incluir a discussão sobre armas nucleares e a restauração e expansão dos canais de comunicação entre militares, disseram.

Zhu Feng, reitor da Escola de Estudos Internacionais da Universidade de Nanjing, disse que a participação de Hegseth provavelmente avançará os mecanismos bilaterais de comunicação militar e a gestão de crises.

Dado que Hegseth estava a participar, Zhu disse que a China iria “pelo menos” trazer Dong, o seu ministro da defesa nacional, para a cimeira.

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