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Ex-pesquisador estrela chinês da Meta junta-se à corrida pelo autoaperfeiçoamento da IA ​​com uma start-up de US$ 4,6 bilhões

Um famoso investigador chinês despedido pela Meta Platforms, proprietária do Facebook, foi cofundador de uma start-up focada no auto-aperfeiçoamento de sistemas de inteligência artificial, juntando-se a uma onda de empresas norte-americanas e chinesas que desenvolvem modelos capazes de refinar autonomamente o seu próprio código e raciocínio.

Tian Yuandong, ex-diretor pesquisador da equipe FAIR (Fundamental AI Research) da Meta, lançou a Superinteligência Recursiva ao lado de outros sete cofundadores. A empresa disse na quarta-feira que levantou mais de US$ 650 milhões em uma avaliação de US$ 4,65 bilhões.

A rodada foi liderada pelas empresas de capital de risco GV e Greycroft, com “participação importante” de gigantes fabricantes de chips dos EUA Nvidia e Microdispositivos avançados, disse a startup.

Muitas vezes referidos como “autoaperfeiçoamento recursivo”, os sistemas de IA que podem automatizar o processo de pesquisa e desenvolvimento de IA há muito são vistos como o Santo Graal da pesquisa em IA.

Uma empresa que conseguisse atingir este marco pela primeira vez seria, em teoria, capaz de alargar rapidamente a sua liderança sobre os concorrentes à medida que os seus esforços de desenvolvimento de IA acelerassem exponencialmente.

“[T]O caminho mais rápido para a superinteligência será alcançado pela IA, que se aprimora recursivamente, e o faz por meio de algoritmos abertos que impulsionam inovações sem fim”, afirmou a empresa em comunicado.

Tian Yuandong retratado durante seu tempo na Meta Platforms. Foto: Apostila

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