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‘Fiquei com muito medo’: como se desenrolou o tiroteio no Senado das Filipinas

As tensões já estavam elevadas na noite de quarta-feira no Senado das Filipinas, dias depois de os legisladores terem deposto abruptamente o seu líder e de um ex-chefe da polícia procurado pelo Tribunal Penal Internacional ter aparecido após seis meses na clandestinidade.

Mas poucos poderiam imaginar como as coisas iriam ficar repentinamente aterrorizantes.

Horas depois de procurado senador Ronald dela Rosa tendo feito uma serenata para um grupo de repórteres com a canção da alma mater da Academia Militar das Filipinas e declarado seu direito ao santuário após a prisão no prédio, a câmara mergulhou no caos quando dezenas de tiros de repente tocou.
O recém-empossado presidente do Senado declarou que uma das instituições mais poderosas do país estava sob ataque. Ele disse que o governo do presidente Ferdinand Marcos Jr deveria fazer algo sobre a situação, o último capítulo do drama político dinástico que tomou conta das Filipinas. E algum tempo antes do amanhecer, em meio à confusão, Dela Rosa escapou e não foi visto desde então.

Esta é uma releitura daquele breve momento de entrevistas com testemunhas, políticos e seguranças do Senado:

Por volta das 19h45, a segurança do Senado viu dois homens vestindo coletes pretos à prova de balas com o brasão NBI – o National Bureau of Investigation, que buscava a prisão de dela Rosa. “Quem é você?” — gritou Mao Aplasca, sargento de armas interino do Senado, o serviço de segurança da Câmara.

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