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China remove obstáculo do hukou para trabalhadores migrantes em reforma da seguridade social

A China agiu para aliviar restrições de residência que impedem os trabalhadores migrantes de aceder à segurança social onde trabalham, num esforço abrangente para expandir a cobertura e reforçar a proteção laboral em todo o país.

As novas medidas foram anunciadas na sexta-feira pelo Conselho de Estado, o gabinete da China.

A medida faz parte do esforço mais amplo da China para criar um mercado nacional unificado, eliminando barreiras ao livre fluxo de capital e talento.

De acordo com a nova política, os trabalhadores podem inscrever-se em programas de segurança social nas cidades onde trabalham, independentemente do registo oficial da sua cidade natal, ou hukou.

As autoridades também irão aperfeiçoar os mecanismos de transferência e continuidade das relações de segurança social entre regiões, um desafio de longa data para uma força de trabalho altamente móvel.

Reflete a ênfase da mais recente reforma política da China em alcançar Renhu Fenli – ou a “separação entre local de residência e registo de domicílio”. De acordo com dados amostrais do censo divulgados na sexta-feira, a população migrante da China ultrapassou 357 milhões.

Historicamente, o sistema hukou excluiu os trabalhadores migrantes de serviços públicos vitais – como cuidados de saúde e ensino público – nos locais onde viviam e trabalhavam. Nos últimos anos, contudo, estas restrições rígidas foram progressivamente relaxadas.

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