Limite de 10 mil passageiros é um começo “prudente” para Hong Kong, diz ministro dos Transportes

O limite de 10.000 licenças de veículos para serviços de carona em Hong Kong é um “ponto de partida prudente e seguro”, e o governo ajustará dinamicamente a cota com base em dados operacionais, disse o ministro dos transportes da cidade.
A quota, revelada na terça-feira, levou os legisladores a apelar a revisões frequentes nos primeiros meses após o lançamento do esquema e a uma rápida intervenção governamental caso os serviços se revelassem insuficientes.
Em declarações à comunicação social na quarta-feira, o secretário dos Transportes e Logística, Mable Chan, não chegou a estabelecer um prazo específico para a revisão da quota, apesar das críticas da Uber de que o número de licenças era demasiado baixo.
Ela reiterou que as autoridades monitorariam a situação de perto e fariam ajustes com base nos dados das plataformas licenciadas, como o número de pedidos despachados e cancelados, o número de horas que os motoristas estiveram ativos online e o número de viagens concluídas.
“Para começar, gostaríamos de adotar uma abordagem prudente e cuidadosa para garantir que o nosso regime regulamentar proposto será alcançado e implementado de forma segura, suave e progressiva”, disse Chan.
“Acredito que o nosso mecanismo e a nossa revisão devem basear-se em dados e devem ter em conta os vários indicadores de funcionamento.”



