Juiz dos EUA repreendido por fazer sexo em câmara pede desculpas: ‘Não tenho desculpa’

Uma investigação iniciada no ano passado pelo juiz-chefe do 11º Circuito Judicial descobriu que a juíza distrital dos EUA, Eleanor Ross, fez sexo no tribunal com um policial uniformizado de alto escalão ao alcance da voz dos funcionários, participou de um evento partidário e inicialmente mentiu quando confrontada com as acusações.
Ross escreveu na carta datada de quinta-feira que suas “ações foram manifestamente erradas e não há desculpa”.
“Você merecia coisa melhor do que ter sua experiência prejudicada por meu próprio conflito ofensivo”, diz a carta, que foi relatada pela primeira vez pelo The New York Times.
Ross foi nomeado para a magistratura do Distrito Norte da Geórgia em 2014 pelo então presidente Barack Obama, um democrata.
A investigação de Ross começou depois que um de seus assistentes jurídicos relatou que em várias ocasiões a juíza havia se envolvido em atividades sexuais com um policial uniformizado de alto escalão em seu escritório durante o horário de trabalho. Também foi alegado que o juiz não supervisionou adequadamente os funcionários e, numa ocasião, gritou e xingou os funcionários.



