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Estará a tolerância ao risco da China a atingir o seu limite com a pausa no negócio das minas africanas?

Como a China relacionamento com países africanos se aprofundou, a influência do país está a espalhar-se por mais áreas. No último de uma série de artigos, Dulue Mbachu investiga a extensão dos investimentos chineses no continente e a crescente cautela de Pequim quanto à sua segurança.

Os reguladores chineses recusaram a aquisição planeada pela Zijin Mining de 4 mil milhões de dólares da empresa canadiana Allied Gold, colocando-a em espera para examinar os riscos potenciais.

Como resultado, o acordo para o negócio, já aprovado pelas autoridades canadenses e África Ocidental reguladores, foi prorrogado até 29 de julho, de acordo com a empresa registrada em Toronto.

Os activos mineiros mais importantes da Allied Gold estão em África, sendo o maior a mina de Sadiola, no Mali, um país que está sob ataques crescentes de insurgentes jihadistas.

Os outros activos da empresa, na Etiópia e na Costa do Marfim, são relativamente mais seguros, mas estão localizados em regiões amplamente propensas a conflitos e outros riscos políticos.

A decisão da China de suspender a aquisição da Allied Gold sinaliza uma crescente cautela em Pequim sobre os riscos crescentes e os custos de segurança dos seus investimentos no exterior, segundo os observadores.

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