A delegação empresarial de um trilhão de dólares de Trump chega à China, ansiosa por negócios

Os executivos empresariais que acompanham o presidente dos EUA, Donald Trump, na sua visita de Estado a Pequim esta semana são a delegação mais rica a visitar a China – detendo um património líquido pessoal combinado de mais de 1 bilião de dólares – uma indicação do interesse contínuo no lucrativo mercado do país, apesar das tensas relações bilaterais.
A riqueza colectiva da delegação ultrapassa 1,07 biliões de dólares, de acordo com dados da Forbes e dos registos da Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos compilados pela Quiver Quantitative, e cada membro detém uma participação comercial significativa na relação bilateral.
Musk buscava uma licença para vender robotáxis na China e também queria aumentar as vendas de seus robôs de inteligência artificial no país, disse Arthur Kroeber, chefe de pesquisa da Gavekal Dragonomics, em nota divulgada nesta terça-feira.
Huang ocupa o segundo lugar, com um patrimônio líquido pessoal de US$ 194 bilhões. A sua empresa, líder mundial na concepção de chips de computador que alimentam modelos de IA, teve de navegar pelas restrições de exportação dos EUA sobre os produtos de alta tecnologia que podem ser vendidos no enorme mercado chinês.
Embora Washington permita a venda de unidades de processamento gráfico H200 da Nvidia na China – sujeita a uma sobretaxa de 25% paga ao Tesouro dos EUA – proibiu a venda dos modelos mais avançados da empresa a clientes chineses.



