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A ilha Apec de US$ 5 bilhões do Vietnã está ficando sem tempo

À frente do próximo ano Apec cume, Vietnã tem um grande plano para transformar Phu Quocsua maior ilha, no principal centro de conferências e exposições do Sudeste Asiático.

O projecto de 137 biliões de dong (5,2 mil milhões de dólares) inclui uma reforma do aeroporto, uma linha de metro ligeiro, conjuntos de hotéis de luxo e um novo sistema de esgotos – grande parte dele pago por um dos maiores conglomerados do país, em troca de extensões de terreno, concessões operacionais e o prestígio da construção de marcos nacionais.

Mas os problemas estão a acumular-se 18 meses antes de os líderes mundiais chegarem a Phu Quoc para a cimeira de Novembro de 2027.

Os canteiros de obras carecem de trabalhadores, materiais de construção e diesel. A avenida de 18 km destinada a ligar o aeroporto ao complexo do cume está inacabada. E nem um único quarto de hotel novo foi construído.

Os problemas de Phu Quoc são, em parte, o resultado da crise energética regional resultante do encerramento do Estreito de Ormuz no meio da O Irã foi.
O presidente do Vietnã, To Lam, na Bolsa de Valores Nacional de Mumbai, Índia, este mês. Foto: EPA
Mas são também sintomas de um modelo de desenvolvimento que o líder do Vietname Para Lam está a apostar o futuro do país: num futuro dependente de conglomerados privados para financiar megaprojectos, em troca de terras e crédito, como molho secreto para uma “nova era” de crescimento.

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