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A tibetologia é fundamental para a China moldar a visão global sobre a região, diz alto funcionário

Os académicos chineses especializados no Tibete devem encontrar formas mais criativas de moldar o diálogo global sobre a região, mantendo-se, ao mesmo tempo, estritamente alinhados com a ideologia do Partido Comunista.

Essa foi a mensagem que Li Ganjie, chefe do Departamento de Trabalho da Frente Unida do Partido Comunista, deu aos pesquisadores que se reuniram para marcar o 40º aniversário do Centro de Pesquisa de Tibetologia da China na quarta-feira.

De acordo com a agência de notícias estatal Xinhua, Li disse que a situação internacional era “volátil” e que o Tibete e as áreas de língua tibetana noutras províncias estavam numa “fase crítica” da sua estabilidade e desenvolvimento.

Os estudos tibetanos foram vitais para “aumentar o poder de discurso internacional da China sobre assuntos relacionados com o Tibete”, disse ele, apelando aos tibetologistas para “fortalecerem a orientação teórica” e melhorarem a “consciência estratégica”.

O centro é a maior instituição chinesa de estudos tibetanos e o departamento supervisiona os esforços de influência externa do partido, bem como os assuntos religiosos e étnicos na China.

Para Pequim, o Tibete é a questão mais importante nos assuntos religiosos e das minorias étnicas.

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