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Aumento da fronteira da Coreia do Norte abre uma divisão entre Seul e Comando da ONU

Uma disputa pública entre Seul e o Comando das Nações Unidas (UNC) liderado pelos EUA revelou uma nova linha de discórdia sobre como os dois interpretam Coréia do Norterecentes atividades de fortificação da fronteira.
Coréia do Sul vê as ações do seu arquirrival como uma violação do acordo de armistício da Guerra da Coreia de 1953. A UNC não.

A disputa segue-se a um desacordo separado sobre qual autoridade deve governar o acesso à zona desmilitarizada (DMZ), enquanto analistas dizem que também persistem diferenças entre Seul e Washington sobre o futuro papel das Forças dos EUA na Coreia (USFK).

Os aliados estão igualmente desalinhados quanto ao papel dos 28.500 soldados americanos estacionados na península. Seul mantém que o seu objectivo principal é dissuadir uma Pyongyang com armas nucleares, enquanto Washington tem procurado cada vez mais expandir o seu papel estratégico.

A última controvérsia surgiu depois de os militares da Coreia do Sul terem caracterizado repetidamente os esforços da Coreia do Norte para fortificar áreas perto da linha de demarcação militar (MDL) como uma “violação clara” do acordo de armistício.

Na terça-feira, a UNC divulgou uma ficha informativa detalhada reafirmando a sua posição de que as atividades de Pyongyang não violaram o acordo. Os projectos de construção em questão, incluindo instalação de vedações, reparações de estradas e operações de colocação de minas, foram todos realizados no lado norte do MDL, disse o comando.

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