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Dicas de psicólogos para gerenciar gadgets infantis na era digital

Harianjogja.com, JACARTA — A dinâmica do Dia Nacional da Educação é um lembrete do importante papel das famílias na formação dos hábitos das crianças na era digital. A psicóloga clínica de crianças e adolescentes, Gisella Tani Pratiwi, enfatizou que os pais devem estar envolvidos desde cedo no direcionamento do uso da tecnologia pelas crianças.

Segundo Gisella, os pais são os primeiros educadores que têm papel estratégico na construção de padrões saudáveis ​​de comportamento digital. Ele alertou que os atrasos no estabelecimento de limites dificultarão a formação de hábitos positivos no futuro.

“A influência do mundo digital não pode ser evitada, mas deve ser gerenciada. As crianças precisam estar acostumadas a usar a tecnologia com sabedoria, sem prejudicar o desenvolvimento de seu caráter e habilidades sociais”, disse ele, sábado (05/02/2026).

O graduado da Universidade da Indonésia explicou que as restrições ao uso de gadgets devem ser ajustadas à idade da criança. Para crianças menores de três anos, o uso de dispositivos digitais deve ser mínimo e, se possível, evitado. Se utilizado, a duração ideal não passa de 15 minutos por dia.

Nesta fase, as crianças necessitam de mais estimulação através de atividades não eletrónicas, como brincar diretamente com os pais, o que desempenha um papel importante no desenvolvimento sensório-motor e no apego emocional.

Ao entrar na idade de 3 a 6 anos, as crianças podem começar a ser apresentadas aos conteúdos digitais, mas ainda sob estrita supervisão. A duração de uso recomendada é de cerca de 30 minutos por dia, desde que o conteúdo seja adequado à idade e não forneça acesso a redes sociais.

“Nesta idade, os pais têm que ser muito seletivos sobre o que os filhos assistem ou brincam. A qualidade do conteúdo é muito mais importante do que apenas a duração”, explicou.

Quando as crianças entram na idade escolar, o uso da tecnologia geralmente aumenta, especialmente para apoiar atividades de aprendizagem. Porém, Gisella enfatizou a importância do acordo mútuo entre pais e filhos em relação às regras de uso dos gadgets, incluindo duração, tipo de conteúdo e horários de acesso.

Além de estabelecer regras, os pais também devem ser modelos. As crianças tendem a imitar o comportamento dos pais, por isso hábitos digitais saudáveis ​​devem começar no ambiente familiar.

Ele também sugere que os pais ofereçam atividades alternativas não digitais interessantes, como esportes, leitura ou outras atividades criativas. Isso é importante para manter o equilíbrio para que as crianças não fiquem muito dependentes de aparelhos eletrônicos.

“Se não for equilibrado, as crianças podem concentrar-se demasiado nos gadgets e nas redes sociais. Na verdade, ainda precisam de experiências reais para crescerem de forma otimizada”, acrescentou.

Com base nas últimas tendências para 2025–2026, a utilização da Internet entre as crianças na Indonésia continua a aumentar, especialmente desde que a aprendizagem digital se tornou mais comum. Essa condição torna ainda mais crucial o papel dos pais na supervisão e orientação dos filhos para que não sejam expostos a conteúdos inadequados.

Com supervisão adequada, a tecnologia pode realmente ser uma ferramenta de aprendizagem eficaz. No entanto, sem um bom controlo, a utilização digital corre o risco de perturbar o desenvolvimento social, emocional e a saúde das crianças.

Através de uma abordagem equilibrada entre tecnologia e atividades reais, espera-se que os pais sejam capazes de formar uma geração que não seja apenas alfabetizada digitalmente, mas também que tenha um caráter forte e boas competências sociais.

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Fonte: Entre

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