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Estará o novo órgão de mediação da China a ganhar força à medida que a influência dos corretores ocidentais diminui?

Enviados e especialistas globais estão a reforçar a aposta na mediação como forma preferida de resolver conflitos regionais no meio das negociações de paz entre os EUA e o Irão e o apelo da China para que mais países se juntem ao seu novo órgão de mediação.

Segundo Cui Jianchun, comissário do Ministério dos Negócios Estrangeiros da China em Hong Kong, a mediação garante “na maior medida” a autonomia das partes em disputa e o seu “charme único” é o elevado respeito dado à vontade das partes.

Ele também encorajou os países a aderirem à iniciativa liderada pela China que foi estabelecido no ano passado e atraiu 41 estados signatários e 13 países contratantes.
Lançada em 2025, a Organização Internacional de Mediação está sediada em Hong Kong, na renovada Delegacia de Polícia de Wan Chai. Foto: Jonathan Wong
Mais recentemente, a organização resolveu uma disputa marítima envolvendo partes da China e de Singapura e resultou num acordo escrito entre ambas as partes, segundo o secretário-geral da OIMed, Teresa Cheng Yeuk-wahque não deu detalhes do caso.

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