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Governo detém novos impostos e prioriza poder de compra

Harianjogja.com, JACARTA — O governo confirmou que não irá adicionar quaisquer novas cargas fiscais no meio dos esforços para manter a estabilidade económica nacional. O Ministro das Finanças, Purbaya Yudhi Sadewa, enfatizou que a atual política fiscal ainda está focada no fortalecimento do sistema existente, e não na expansão de novas taxas.

Numa conferência de imprensa no Ministério das Finanças da República da Indonésia, Purbaya afirmou que vários novos discursos fiscais, tais como impostos sobre portagens e regimes fiscais para grupos de rendimentos elevados, não seriam implementados num futuro próximo.

“Não aumentaremos os impostos nem as tarifas antes que as condições económicas sejam verdadeiramente fortes e o poder de compra das pessoas recupere”, disse ele.

Concentre-se na otimização dos impostos existentes

Em vez de adicionar tipos de impostos, o governo, através da Direcção Geral de Impostos, maximizará as receitas provenientes dos regulamentos existentes. Um dos principais passos é reforçar a supervisão do cumprimento dos impostos pelos contribuintes.

A aplicação da lei será direcionada a práticas prejudiciais ao Estado, como manipulação de valores de transações ou subfaturamento. Esta medida é considerada mais eficaz a curto prazo do que a introdução de novos impostos que tenham o potencial de suprimir o poder de compra.

Resolvida questão de taxas de navios no Estreito de Malaca

Purbaya também respondeu às questões que surgiram em relação aos planos de impor taxas aos navios que passam pelo Estreito de Malaca. Ele enfatizou que esta declaração não pretendia ser uma política oficial do governo.

Segundo ele, a Indonésia não tem autoridade para impor taxas de passagem aos navios que passam livremente, tendo em conta o seu compromisso com a Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar de 1982 (UNCLOS), que foi ratificada.

“Só são permitidas taxas para determinados serviços, como serviços de âncora ou serviços marítimos. Não taxas gratuitas para passagem de navios”, explicou.

Reforma Interna e Supervisão da Restituição

Do lado interno, o Ministério das Finanças também está a proceder a uma renovação organizacional, através da destituição de vários funcionários do escalão I. Diz-se que esta etapa faz parte da reforma burocrática para fortalecer a integridade institucional.

Além disso, o governo está a reforçar a supervisão do mecanismo de reembolso de impostos. Purbaya revelou que havia indícios de vazamentos em restituições de impostos pagos em excesso no valor de centenas de trilhões de rupias.

No futuro, o processo de restituição será monitorizado mais de perto para garantir o princípio da justiça, especialmente para sectores estratégicos como os exportadores de recursos naturais.

“Não deixem o país sofrer perdas por causa de uma supervisão fraca. É isso que estamos actualmente a corrigir”, sublinhou.

Manter o poder de compra e a estabilidade econômica

A política de não adicionar novos impostos é um sinal de que o governo está a tentar manter o poder de compra das pessoas no meio da dinâmica económica global. A concentração na optimização das receitas e na melhoria da governação é considerada uma estratégia mais segura a curto prazo.

Com uma combinação de supervisão rigorosa e reforma interna, o governo espera que o sistema fiscal da Indonésia possa ser mais justo, transparente e sustentável sem ter de sobrecarregar o público com novas taxas.

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Fonte: Bisnis.com

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