Hong Kong definirá cota de permissão de transporte em 10.000 sob pressão regulatória

As autoridades de Hong Kong estabeleceram finalmente a quota para autorizações de serviço de transporte privado em 10.000 veículos, como parte do seu longo esforço para introduzir um regime regulatório, apurou o South China Morning Post.
Uma fonte disse que as autoridades apresentariam um documento de consulta ao Conselho Legislativo já na noite de terça-feira para obter o feedback dos legisladores antes de publicar a proposta mais tarde.
“Eles acreditam que o número de licenças emitidas pode atender às necessidades de deslocamento do público, mantendo a experiência dos passageiros praticamente inalterada, ao mesmo tempo em que leva em conta a capacidade de transporte rodoviário”, disse a fonte na terça-feira.
Ao abrigo do regime proposto, as plataformas de transporte privado devem solicitar licenças no terceiro trimestre para uma implantação completa no quarto trimestre, com o Chefe do Executivo, John Lee Ka-chiu, e o Secretário dos Transportes e Logística, Mable Chan, a sublinhar repetidamente a importância das “avaliações dinâmicas” ao definir a quota.
A Uber operou num vácuo regulatório em Hong Kong durante mais de uma década, durante a qual os concorrentes Tada, com sede em Singapura, e os operadores da China continental, Didi Chuxing e Amap, entraram no mercado.
Amap é operado pelo Alibaba Group Holding, proprietário do SCMP.



