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Ministro das Finanças renova regulamentos estaduais de contas a receber, aqui estão quatro mudanças importantes

Harianjogja.com, JACARTA— O Ministro das Finanças, Purbaya Yudhi Sadewa, emitiu oficialmente novos regulamentos relativos à gestão de contas a receber do Estado através do Regulamento do Ministro das Finanças (PMK) Número 23 de 2026. Este regulamento é uma revisão do regulamento anterior, nomeadamente PMK 240/PMK.06/2016, como parte dos esforços para fortalecer a liquidação das obrigações do fiador da dívida, aumentando simultaneamente a otimização das receitas do Estado.

Este regulamento foi assinado em 21 de abril de 2026 e entrou em vigor desde a sua promulgação em 24 de abril de 2026. Nas suas considerações, o governo considera que há necessidade de ajustar as políticas em linha com o desenvolvimento do sistema de gestão de recebíveis do estado para torná-lo mais adaptativo e eficaz.

Uma das mudanças fundamentais neste novo regulamento é a eliminação da autoridade para determinar dívidas unilateralmente pela Comissão de Assuntos de Recebíveis do Estado (PUPN). Nas regulamentações anteriores, o PUPN poderia determinar o valor das contas a receber do Estado sem o acordo do fiador da dívida. No entanto, através do PMK 23/2026, esta disposição foi oficialmente revogada para criar um mecanismo mais equilibrado.

A segunda alteração diz respeito à gestão dos bens confiscados. O governo tem agora autoridade para controlar fisicamente e utilizar garantias ou outros activos que tenham sido confiscados, sem necessidade de aprovação do fiador da dívida. Esses ativos podem até ser utilizados, como alugá-los ou colaborar com terceiros.

Neste regulamento, o controlo de activos por parte de ministérios ou instituições está limitado a um máximo de dois anos. Entretanto, a utilização através da colaboração com terceiros pode durar até cinco anos, sendo os resultados imediatamente calculados como redução da dívida.

Terceiro, o escopo dos objetos de avaliação agora é ampliado. Não apenas ativos físicos, mas também ativos financeiros, como depósitos bancários, títulos, ações e ativos digitais, como criptografia. Este passo é visto como uma resposta ao desenvolvimento cada vez mais complexo dos instrumentos financeiros modernos.

A quarta mudança é a opção de quitação de dívidas por meio da entrega de bens. O governo fornece três mecanismos de pagamento, nomeadamente dinheiro, transferência de activos ou aquisição de activos. Contudo, especificamente para a transmissão de bens, apenas se aplica a terrenos e/ou edifícios certificados que não apresentem problemas jurídicos.

Espera-se que esta política acelere a liquidação de contas a receber do Estado e aumente a segurança jurídica no processo de cobrança. Além disso, considera-se que a flexibilidade nos regimes de pagamento proporciona espaço para os subscritores de dívidas cumprirem as suas obrigações de forma mais realista.

Com a promulgação do PMK 23/2026, o governo confirma o seu compromisso com o fortalecimento da governação financeira do Estado que seja transparente, responsável e adaptável à dinâmica económica.

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Fonte: Bisnis.com

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