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Muitas usinas de energia eólica e solar na China estão estranguladas em meio à crise energética global: relatório

A energia eólica e solar “desperdiçada” resulta de uma gestão inflexível da rede que continua a posicionar o carvão como uma fonte estabilizadora de energia e impede uma expansão de energia limpa que poderia de outra forma gerar electricidade equivalente às necessidades de França, de acordo com a análise do centro de investigação do Centro de Investigação sobre Energia e Ar Limpo (CREA).

A procura energética da China aumentou no primeiro trimestre deste ano. No entanto, em vez de preencher a lacuna com a sua capacidade eólica e solar em rápida expansão, recorreu aos combustíveis fósseis, de acordo com o relatório.

“Embora a crise do Estreito de Ormuz tenha impulsionado o foco da China na segurança energética – incluindo através de energia limpa e electrificação – o seu sistema eléctrico não está a conseguir acompanhar”, afirmou a análise CREA para Carbon Brief, um site de notícias climáticas, em 4 de Junho.

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O CREA concluiu que a redução das centrais eólicas e solares “deixou a China mais exposta ao encerramento do Estreito de Ormuz, aumentando a necessidade de outros combustíveis”, incluindo carvão e gás.

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