No Summer Davos, na China, as empresas do Médio Oriente olham para a próxima geração para reparar o Golfo

A China pode ser vista como um potencial mediador no Médio Oriente, mas é mais provável que a integração económica na região impulsione a mudança, de acordo com observadores na reunião anual do Fórum Económico Mundial, na cidade de Dalian, no nordeste da China.
A reunião “Summer Davos” na província de Liaoning esta semana ocorre no momento em que Washington e Teerã tentam chegar a um acordo sobre o programa nuclear do Irã e a reabertura do Estreito de Ormuz.
Os líderes empresariais presentes na reunião disseram que, com a destruição durante a guerra, havia uma enorme necessidade de reconstrução – e oportunidades.
Mazen Darwazah, vice-presidente executivo da Hikma Pharmaceuticals, com sede na Jordânia, disse que a destruição no Irão, em Israel e nos estados do Golfo deixou uma “grande factura”, mas também ofereceu uma oportunidade histórica para uma nova geração.
“Fracassámos na política. Talvez agora, espero, com a nova geração [we] podem trabalhar em conjunto”, disse Darwazah, sugerindo que as empresas locais instruídas estavam agora muito mais bem equipadas do que nas décadas anteriores para liderar de forma independente os esforços de reconstrução.



