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O que a Coreia do Norte ganha com os seus laços florescentes com a Rússia?

Líder norte-coreano Kim Jong-una última mensagem de tranquilidade do presidente russo Vladímir Putinvindo logo após o presidente chinês Xi JinpingA visita do país a Pyongyang constitui uma forma de cobertura estratégica, segundo os observadores.
A carta sugeria que os laços entre Pyongyang e Moscovo estavam a evoluir de uma relação amplamente transacional para uma aliança militar firme, mesmo quando Coréia do Norte procurou reacender a sua tradicional “aliança de sangue” com a China, disseram.

Numa mensagem de felicitações enviada por ocasião do Dia da Rússia, 12 de junho, Kim prometeu apoio inabalável às políticas de Moscovo e prometeu que a Coreia do Norte “estará sempre unida à Federação Russa”.

A relação entre os dois países estava a ser “fortalecida ainda mais em relações sinceras e dedicadas de confiança e aliança de camaradagem, abrindo um novo capítulo da história”, escreveu Kim, de acordo com a Agência Central de Notícias Coreana (KCNA), estatal.

O líder norte-coreano Kim Jong-un (centro-esquerda) e sua esposa Ri Sol-ju (esquerda) se despedem do presidente da China, Xi Jinping (centro-direita) e de sua esposa Peng Liyuan, no Aeroporto Internacional de Pyongyang, na terça-feira. Foto: KCNA/AFP

Ele atribuiu o aprofundamento da relação ao facto de ambos os lados honrarem as suas obrigações ao abrigo do Tratado de Parceria Estratégica Abrangente assinado durante a sua cimeira em Pyongyang em Junho de 2024.

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