Suspeito de golpista filipino revela como a rede cambojana enganou os cingapurianos

De Villar Rizalyn Panganiban, 35 anos, filipino, alegadamente pertencia a um grupo criminoso que levava a cabo fraudes de falsificação de identidade de funcionários do governo, nas quais as vítimas eram levadas a acreditar que as suas contas bancárias tinham sido comprometidas antes de serem persuadidas a transferir dinheiro para contas controladas por burlões.
Ela estava entre as 12 pessoas acusadas em Setembro do ano passado, depois de a Força Policial de Singapura (SPF) e a polícia nacional do Camboja terem desmantelado o sindicato numa operação transfronteiriça.
A SPF disse então que se acredita que o grupo esteja por trás de pelo menos 330 casos relatados envolvendo perdas de mais de S$ 40 milhões (US$ 31 milhões). Além de De Villar, nove cingapurianos e três malaios foram acusados.
De Villar reivindicou julgamento por duas acusações, uma por ser membro de um grupo criminoso organizado ligado localmente e outra por conspirar com outros membros do grupo para trapacear. Ela é representada pelo advogado Chooi Jing Yen, de seu escritório de advocacia de mesmo nome.
Os documentos judiciais não especificavam onde De Villar estava localizado quando o emprego foi oferecido.



