O ministro das Relações Exteriores da França, Barrot, expressa preocupação com a ‘ameaça terrorista’ no Sahel

FrançaO ministro das Relações Exteriores do Paquistão expressou na sexta-feira preocupação com a propagação do extremismo islâmico no Ocidente Áfricadepois de conversações com o seu homólogo togolês na capital Lomé.
A violência por parte de grupos jihadistas afiliados à Al Qaeda e ao grupo Estado Islâmico destruiu o Sahel região na última década.
Está agora a espalhar-se pelas regiões setentrionais dos países costeiros, como Irdepois dos regimes militares em Burkina Faso, Mali e Níger forçou a retirada das tropas francesas envolvidas na luta contra os militantes.
A visita de Jean-Noël Barrot ao Togo é a primeira de um ministro das Relações Exteriores francês em 10 anos. A França é a antiga potência colonial e o Togo continua a ser um raro aliado de Paris na região, ao mesmo tempo que estabelece laços mais estreitos com a Rússia.
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“Temos uma preocupação comum, nomeadamente a segurança da sub-região e, claro, a ameaça terrorista, que todos queremos conter e conter”, disse Barrot aos jornalistas depois de conversações com o seu homólogo, Robert Dussey.
“A França está a apoiar iniciativas regionais para conter este flagelo e permitir que os países da sub-região assumam plenamente a sua segurança e soberania”, acrescentou.
Barrot chegou a Lomé na noite de quinta-feira e imediatamente conversou com o líder do Togo, Faure Gnassingbéelogiando o papel do Togo como mediador em lugares como a República Democrática do Congo.
O país também desempenha um “papel fundamental” no Sahel para encontrar soluções a nível regional para lutar contra “o avanço da ameaça terrorista”, acrescentou.
A França co-organizará uma grande cimeira sobre África, em Nairobi, no próximo mês.
(FRANÇA 24 com AFP)




