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Equipe da China elabora lista “abrangente” de sanções contra os EUA e aliados em 63 setores de tecnologia

Desde que o presidente dos EUA Donald Trump lançou uma guerra tarifária contra a China durante o seu primeiro mandato, Washington expandiu constantemente as restrições ao acesso chinês a tecnologias avançadas, visando semicondutores, inteligência artificial (IA), computação quântica, sistemas aeroespaciais, supercomputadores e uma ampla gama de tecnologias de dupla utilização.

Estes controlos às exportações visam abrandar a ascensão da China na indústria transformadora de ponta e na ciência de ponta.

Mas o rápido progresso de Pequim numa série de sectores estratégicos forçou uma mudança dramática: a China já não é apenas um alvo de restrições tecnológicas – poderá também necessitar do seu próprio sistema para restringir a saída de tecnologias críticas em áreas onde obteve vantagens globais.

Um estudo inovador sobre o assunto, publicado pela primeira vez em 19 de março no Boletim da Academia Chinesa de Ciências, foi novamente destacado num comunicado de imprensa de 21 de maio publicado pela conta de mídia social da revista.

O estudo foi intitulado “Estrutura de Seleção e Pesquisa Empírica de Tecnologia de Exportação Restrita”.

A equipa propôs o que descreveu como o primeiro quadro relativamente abrangente da China para identificar tecnologias que possam justificar futuras restrições à exportação, produzindo em última análise uma lista de 63 tecnologias consideradas estrategicamente sensíveis ou globalmente competitivas.

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