A China poderá preencher as lacunas de financiamento e liderança depois que os EUA abandonaram a OMS?

“Estou aqui para fazer lobby por apoio”, disse Jenny Stephens, diretora de saúde pública de Vanuatu.
“Estamos a sofrer cortes de financiamento globais – estão a afectar os nossos programas como a malária, a tuberculose e o VIH. Já estamos em dificuldades.”
A OMS estimou que os cortes na ajuda já privaram cerca de 53 milhões de pessoas, em situações de crise, do acesso aos cuidados de saúde.
O Presidente Donald Trump ordenou a retirada dos EUA da OMS em Janeiro de 2025 – uma medida que entrou em vigor no início deste ano, com a Assembleia Mundial da Saúde (AMS) da semana passada a ser a primeira a ser realizada sem os Estados Unidos.
A China emergiu agora pela primeira vez como o maior contribuinte avaliado do órgão de saúde global, substituindo os EUA e levantando a questão de saber se Pequim pode não só preencher a lacuna de financiamento deixada por Washington, mas também o vazio de liderança.



