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Bebê de Hong Kong ficou sem identidade legal porque os pais recusaram o teste de DNA após o nascimento em casa

Os legisladores de Hong Kong exigiram uma intervenção urgente do governo para uma criança de dois meses deixada no limbo jurídico e médico depois de os seus pais terem recusado testes de ADN por motivos religiosos após um parto em casa.

Os legisladores também disseram na segunda-feira que as ações dos pais se desviam claramente do comportamento padrão e beiram a negligência infantil, enfatizando que a proteção da criança deve ter prioridade sobre os direitos individuais.

O caso veio à tona através de publicações nas redes sociais de uma página chamada “Save Lily”, dirigida por um casal de Hong Kong identificado como Sr. Tsang e Sra. Kwan. O casal, que não é casado, já morou na Europa há vários anos.

De acordo com a página, a dupla está envolvida numa disputa de custódia com as autoridades suecas, que retiraram a sua filha de dois anos, Lily, dos seus cuidados no final de 2023 por questões de bem-estar infantil durante um período de permanência indocumentada no país.

Eles também disseram online que antes de se mudarem para a Suécia, deram à luz a filha mais velha em casa, na Finlândia, mas ela morreu na infância.

Há dois meses, a mãe deu à luz o filho mais novo, Danny, em sua residência em Hong Kong.

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