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China condena ‘big stick’ dos EUA por acusações de Castro e sanções ‘não autorizadas’ a Cuba

As observações seguem-se aos anúncios dos EUA, na quarta-feira, de acusações criminais contra Castro relacionadas com a derrubada, em 1996, de dois aviões civis pilotados por exilados baseados em Miami, que mataram quatro pessoas, incluindo três norte-americanos.

A China “opõe-se firmemente” às sanções unilaterais ilegais que não têm base no direito internacional e não são autorizadas pelo Conselho de Segurança da ONU, disse o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Guo Jiakun.

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Guo disse que a China é contra o “abuso de processos judiciais” e se opõe à pressão de forças externas Cuba sob qualquer desculpa.

“Os Estados Unidos precisam parar de exercer o grande bastão das sanções e medidas judiciais contra Cuba, e parar de ameaçar Cuba com a força a cada passo. A China apoia firmemente Cuba na salvaguarda da sua soberania e dignidade nacionais, e opõe-se à interferência externa”, disse ele.

A acusação acusa Castro de ordenar o abate de dois pequenos aviões operados pelo grupo de exilados Irmãos ao Resgate. Cinco pilotos militares cubanos também foram acusados ​​pelos EUA.

Castro, agora com 94 anos, era então chefe das forças armadas do país e enfrentou a condenação internacional pelo acidente.

Os EUA têm procurado exercer pressão crescente sobre o regime comunista de Cuba nos últimos meses. O anúncio das acusações marca uma grande escalada nas tensões entre os dois países, que eram rivais de longa data na Guerra Fria.

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