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‘Como ossos de baleia’: memorial de guerra da Coreia do Sul provoca conflito sobre simbolismo

A Praça Gwanghwamun, uma praça em Seul emoldurada por palácios reais e monumentos à identidade nacional coreana, está no centro de uma disputa sobre se um novo e massivo novo Memorial da Guerra da Coreia pertence a um espaço público visto como uma grande atração turística e há muito associado a reuniões cívicas e protestos pró-democracia.
Uma fileira de 23 monumentos de pedra representando Coréia do Sul e os 22 países estrangeiros que lutaram ao seu lado durante a guerra de 1950-53 foram recentemente revelados na praça.

Localizados em frente à embaixada dos EUA, os monumentos apresentam guardas de honra em postura militar de “armas presentes”, suscitando críticas de que são um símbolo do militarismo no local mais emblemático da cidade. Cada monumento tem 6,25 metros (20,5 pés), simbolizando o início da guerra em 25 de junho de 1950.

A praça já contém vários monumentos à identidade nacional coreana, incluindo estátuas do rei Sejong, o monarca do século XV responsável pela criação do alfabeto coreano, e do almirante Yi Sun-sin, o reverenciado comandante naval que repeliu as invasões japonesas no século XVI.

Os críticos argumentam que a nova instalação perturba um espaço tradicionalmente utilizado para reuniões públicas, protestos e lazer.

Muitos turistas entrevistados recentemente pareciam indiferentes às esculturas agrupadas ao longo de um lado da praça, enquanto tiravam fotos nas proximidades vestidos com hanbok, o traje tradicional coreano.

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