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Jovens sul-coreanos abraçam o ‘plogging’ para lidar com a ansiedade climática

Como Sul-coreanos Preparando-nos para outro verão sufocante, uma piada sombria tomou conta das conversas casuais: “Este será o verão mais fresco para o resto de nossas vidas”. Para muitos jovens, essa frase já não é um humor negro, mas um resumo contundente de como a crise climática se sente – implacável, imediata e profundamente pessoal.

Entre as gerações mais jovens da Coreia do Sul, uma onda daquilo a que os especialistas chamam “ansiedade climática” está a remodelar as suas vidas quotidianas, desde a forma como se exercitam e fazem compras até ao facto de planearem casar ou ter filhos.

Em vez de sair às ruas com cartazes de protesto, muitos estão a transformar o seu desconforto naquilo que descrevem como estilos de vida ecológicos “vivíveis”, integrados em rotinas comuns.

Um estudo de 2024 realizado pelo Instituto Coreano de Saúde e Assuntos Sociais descobriu que mais de 90 por cento dos adultos se sentem ansiosos com a crise climática. Os jovens adultos na faixa dos vinte anos registraram as pontuações mais altas entre todas as faixas etárias.

Um pôster convida os participantes a se juntarem às atividades de sábado de manhã na área de Hongdae, em Seul. Foto: Instagram/srekker_official

Os investigadores também notaram um lado “funcional” desta ansiedade: quanto mais preocupadas as pessoas estavam, maior era a probabilidade de adoptarem comportamentos ecológicos, em vez de se desligarem.

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