‘Crime mais grave contra a humanidade: o Brasil ainda sofre os efeitos da escravidão’

Carys Garland é acompanhado por Jan Onoszko, nosso correspondente do Rio, em um local onde a história está gravada na pedra, um limiar físico através do qual quase um milhão de africanos escravizados foram forçados a entrar no Brasil ao longo de quatro décadas. A Assembleia Geral da ONU acaba de aprovar uma resolução que declara o comércio transatlântico de escravos o crime mais grave contra a humanidade. Embora a resolução não seja juridicamente vinculativa, a sua força simbólica repercute profundamente, especialmente num país como o Brasil, que recebeu quase metade dos africanos escravizados e foi a última nação a abolir a escravatura.
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