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O nome de Riza Chalid voltou a surgir, a pressão para voltar para casa está cada vez mais forte

Harianjogja.com, JACARTA—A pressão para que M Riza Chalid seja imediatamente trazido para a Indonésia fortalecida depois de ter sido nomeado suspeito no alegado caso de corrupção na aquisição de petróleo bruto e produtos refinados. Considera-se que o processo legal não será óptimo sem a presença de uma figura que se diz ter um grande papel.

O observador de energia da Universidade Gadjah Mada, Fahmy Radhi, acredita que as autoridades responsáveis ​​pela aplicação da lei precisam de trazer Riza imediatamente para a Indonésia.

“Espero que Riza possa ser trazido para a Indonésia, porque suspeita-se que o seu papel é muito grande. Espero que haja aplicação da lei”, disse ele, respondendo à decisão do Procurador-Geral de nomear Riza como suspeito.

Na verdade, este caso não é novo. Fahmy disse que as supostas práticas na aquisição de combustíveis estão há muito tempo sob os holofotes e até dificultaram o tratamento porque a entidade PT Pertamina Energy Trading Limited (Petral) estava sediada em Singapura.

“Portanto, é um caso antigo, quase nenhum suspeito foi nomeado, incluindo Riza Chalid”, disse ele.

Ele também avaliou que os indícios do envolvimento de Riza eram visíveis a partir de diversas irregularidades no processo licitação aquisição de combustível no passado.

“Suspeita-se que toda a aquisição de combustível seja ‘apoiada’ por Riza Chalid através de licitações”, disse ele.

Fahmy, que integrou a Equipa de Reforma da Governação do Petróleo e Gás, lembrou que naquela altura o seu partido recomendou a dissolução da Petral e a eliminação do combustível premium por ser considerado propenso a práticas de procura de renda. O governo implementou então estas duas recomendações.

Anteriormente, a Procuradoria-Geral nomeou Riza Chalid como suspeita no alegado caso de corrupção na aquisição de gasolina premium e RON 92 no período 2008-2015. Além de Riza, outras seis pessoas também foram apontadas como suspeitas.

O Chefe do Centro de Informação Jurídica do Procurador-Geral, Anang Supriatna, sublinhou que a Petral foi dissolvida desde maio de 2015, pelo que este caso não está relacionado com a atual estrutura societária.

Disse ainda que todos os suspeitos já não serviam nas empresas relevantes quando foi determinada a situação jurídica. O valor das perdas estatais ainda está em processo de cálculo pelo BPKP.

Atualmente, a Procuradoria-Geral da República continua a coordenar-se com a Interpol porque Riza Chalid foi incluído na lista de procurados (DPO), bem como solicita a sua presença para submeter-se a processos judiciais na Indonésia.

Este caso voltou a chamar a atenção do público para a governação do sector do petróleo e do gás, especialmente no que diz respeito à transparência e às potenciais práticas corruptas na aquisição de energia.

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Fonte: Entre

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