Por que a China e outras potências ainda querem porta-aviões?

Enxames de drones e submarinos furtivos desempenham um papel crescente na guerra moderna, mas os porta-aviões continuam a ser um símbolo do poderio militar.
Isso pode ser visto no investimento da China nos navios de guerra, bem como de outros países, incluindo França, Turquia, Índia e Japão.
A frota naval da China tem vindo a expandir-se a um ritmo acelerado, com o seu quarto porta-aviões a tomar forma rapidamente, de acordo com as últimas imagens de satélite do estaleiro de Dalian, no nordeste do país, onde está a ser construído.
Essas imagens mostram que a proa e a popa do porta-aviões Type 004 – que deverá ser movido a energia nuclear e ter catapultas eletromagnéticas – já foram construídas.
O think tank com sede em Washington, o Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais, disse que a embarcação poderia ter quatro catapultas de lançamento de aeronaves e um terceiro elevador de aeronaves. Isso permitiria lançamentos de aeronaves mais rápidos, aproximando-os da capacidade de lançamento dos porta-aviões mais avançados dos Estados Unidos.
Conflitos recentes mostraram que grandes navios de guerra de superfície são vulneráveis a drones e mísseis.



