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Cuba pede aos EUA que levantem bloqueio em vez de oferecer ajuda

Os EUA deveriam suspender o bloqueio a Cuba em vez de oferecer ajuda à ilha em dificuldades, disse o presidente Miguel Diaz-Canel na quinta-feira, enquanto o país enfrenta cortes de energia cada vez piores.

Seus comentários foram feitos no mesmo dia em que o diretor da CIA, John Ratcliffe, se reuniu com autoridades cubanas em Havana. A reunião realizou-se “num contexto marcado pela complexidade das relações bilaterais, com o objectivo de contribuir para o diálogo político entre ambas as nações”, lê-se num comunicado do governo cubano.

Os intercâmbios “permitiram demonstrar categoricamente que Cuba não constitui uma ameaça à segurança nacional dos EUA, nem existem razões legítimas para incluí-la na lista de países que alegadamente patrocinam o terrorismo”, acrescenta o comunicado.

Cuba “nunca apoiou qualquer actividade hostil contra os Estados Unidos, nem permitirá que acções contra qualquer outra nação sejam levadas a cabo a partir de Cuba”, sublinha o comunicado, referindo-se às alegações de presença chinesa.

A Agência Central de Inteligência não respondeu imediatamente a um pedido de comentário na quinta-feira.

Trump promete ‘tomar’ Cuba enquanto ilha sofre corte total de energia ligado ao embargo de petróleo

A crise energética de Cuba aprofundou-se desde Janeiro, quando os Estados Unidos impuseram um bloqueio ao petróleo na ilha comunista de 9,6 milhões de habitantes.

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