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Os cientistas chineses simularam o que poderia ser o “fim do universo”?

Se uma pequena bolha aparecesse de repente em algum lugar do cosmos, dizem os físicos, ela poderia se expandir e apagar tudo em seu caminho.

Conhecido como “falso decaimento do vácuo”, o cenário tem sido uma das ideias mais perturbadoras da física teórica há quase meio século.

Agora, pesquisadores da Universidade Tsinghua dizem que recriaram o mecanismo central por trás do fenômeno usando um simulador quântico programável.
Os resultados do experimento foram publicados na revista Physical Review Letters em 27 de março e podem abrir um novo caminho na computação quântica.

A experiência simulou como um “falso vácuo” metaestável poderia formar um túnel para um “vácuo verdadeiro” de energia mais baixa através de efeitos puramente quânticos, desencadeando a formação e expansão de bolhas de vácuo destrutivas.

Diagrama esquemático da plataforma experimental para simulação de decaimento de pseudo-vácuo na matriz atômica circular de Rydberg, onde os pontos azuis representam átomos de 87Rb. Ilustração: Departamento de Física da Universidade de Tsinghua

A pesquisa não sugere que o universo esteja prestes a entrar em colapso.

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