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Por que o julgamento do cofundador de Gojek está alarmando os indonésios no exterior

Para muitos indonésios que construíram carreiras no estrangeiro, Nadiem Makarim representou outrora um tipo particular de história de sucesso no regresso a casa.

O cofundador de Gojek, formado nas Universidades de Brown e Harvard, abandonou o mundo das start-ups para servir no governo, trazendo consigo a aura de Indonésiao boom tecnológico do país e a promessa de que o talento do sector privado poderia ajudar a modernizar o Estado.

Agora, com os procuradores a pedirem uma pena de prisão de 18 anos para o antigo ministro da Educação num caso de corrupção ligado à aquisição de computadores portáteis escolares, o seu julgamento levou alguns membros da diáspora indonésia a questionar se os riscos do serviço público superam as recompensas.

Os promotores retrataram as acusações como um “crime de colarinho branco” que infligiu pesadas perdas ao estado, alegando que Nadiem manipulou processos de aquisição durante seu mandato como ministro da Educação, de 2019 a 2024.

Nadiem negou qualquer irregularidade, com os seus advogados insistindo que os procuradores não apresentaram provas de intenção criminosa, ganhos financeiros ou perdas reais para o Estado indonésio.

Nadiem Makarim beija sua esposa, Franka Franklin, antes do início de uma audiência sobre suposta corrupção em 13 de maio. Foto: Reuters

O caso centra-se na aquisição de laptops Chromebook pelo Ministério da Educação para escolas em regiões remotas e subdesenvolvidas entre 2019 e 2022.

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